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INTERNATO  |  FISIOTERAPIA
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INTERNATO EM FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA HOSPITALAR

Duração ® 12 meses/ 12 h semanais / 624 horas totais

Seleção ® 20 perguntas sobre Fisioterapia básica, sistema múltipla escolha. (Bibliografia na inscrição)
Entrevista pessoal

Programa ® Fisioterapia em pneumologia
Fisioterapia em nefrologia
Fisioterapia em cardiologia
Fisioterapia em neurologia
Fisioterapia em doenças infecto-contagiosas
Fisioterapia em hematologia
Fisioterapia em queimados
Fisioterapia em pacientes graves (CTI)
Fisioterapia em neonatologia
Fisioterapia em gastro-enterologia
Fisioterapia em cirurgia

Avaliação após cada rotação
Prova final/Trabalho
Para obter certificado ® 75 % de freqüência
Instrutores à Fisioterapeutas Juliana Bottecchia
Marcelly Marques da Costa
Márcia Fernandes da Silva
Mariana Badke Neves



Internato Supervisionado em Fisioterapia Pediátrica

OBJETIVO GERAL

Proporcionar ao aluno experiência, familiarizando-o com os procedimentos fisioterápicos de rotina em um hospital pediátrico, proporcionando-lhe segurança no atendimento com as possibilidades e limitações em fisioterapia pediátrica.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final do internato aluno deverá:

• Elaborar o Diagnóstico Fisioterapêutico
• Sentir-se seguro em aplicar técnicas fisioterapêuticas em pacientes pediátricos de baixo, médio e alto risco
• Atuar juntamente com a equipe interdisciplinar através de reuniões para discussão de casos, bem como passar um caso para o colega ou supervisor que o questione sobre tal assunto
• Ter tido contato com o tratamento de enfermidades diversas
• Ter tido contato com o manejo da ventilação mecânica em pacientes pediátricos de alto risco
• Realizar análise crítica sobre os casos vistos.



DESENVOLVIMENTO DO INTERNATO

Assistência:

As atividades serão desenvolvidas junto ao Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória (HINSG), segundo cronograma a ser elaborado.

Seminários:

Em dias determinados serão realizados seminários, apresentados pelos alunos.

Casos Clínicos:

Ao final de cada estágio os alunos apresentarão casos clínicos, os quais serão escolhidos junto ao supervisor para posterior apresentação e discussão com os colegas, de acordo com a disponibilidade e eventualidades do setor. Haverão também casos clínicos multidisciplinares, serão elaborados de acordo com a disponibilidade dos elementos do grupo e apresentados de acordo com cronograma elaborado pelo centro de estudos do HINSG.



AVALIAÇÃO:

A avaliação será realizada diariamente, durante as atividades práticas e teóricas, com a discussão das dificuldades sugeridas, e em questionamentos feitos ao aluno sobre os possíveis assuntos abordados durante o estágio e ao final do estágio. Os conceitos serão baseados nos seguintes critérios:

• Atividades práticas: iniciativa, interesse, participação, envolvimento e relacionamento com os pacientes, familiares, colegas e profissionais dos serviços, organização e conteúdo de fichas e prontuários, conhecimento teórico, evolução e aproveitamento;
• Seminários: Apresentação, participação e aproveitamento;
• Casos Clínicos: Apresentação, participação e aproveitamento;
• Pesquisa: Interesse, leitura, participação e aproveitamento;



AVALIAÇÃO PERIÓDICA



1 – Comportamento do Interno

2 – Conhecimento Científico

3 – Desempenho na prática

4 – Assiduidade/Interesse/Compromisso/Pontualidade

5 – Trabalho multidisciplinar



– Nota Final

Nota mínima para passar = 7 e a máxima = 10
Comportamento ético = 2
Conhecimento científico = 2
Desempenho na prática = 2
Assiduidade, interesse, compromisso e pontualidade = 2
Multidisciplinaridade: 2



Comportamento ético inclui relação com paciente, equipe e colegas

Conhecimento científico inclui:

-o conhecimento prévio e final
-a participação e interesse pelas reuniões científicas.

Desempenho na prática inclui:

-iniciativa
-responsabilidade pelo paciente
-capacidade de resolver casos.

Sala de Emergência, Pronto Socorro e Enfermaria de Ortopedia



OBJETIVO GERAL

Proporcionar ao aluno experiência em urgência a emergência fisioterápica além de vivência com a rotina de uma enfermaria ortopédica pediátrica.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final do internato aluno deverá:

• Elaborar o Diagnóstico Fisioterapêutico
• Sentir-se seguro em aplicar técnicas fisioterapêuticas em pacientes pediátricos de alta gravidade; ou então saber quando elas não devem ser executadas (técnicas tradicionais, técnicas a fluxo, aspiração, hiperventilação com bolsa manual).
• Estar familiarizado com a monitorização e equipamentos utilizados em urgência e emergência, além dos equipamentos ortopédicos utilizados no dia-a-dia.
• Saber realizar um atendimento fisioterápico de urgência
• Ter tido contato com o manejo da ventilação mecânica em pacientes pediátricos de alto risco
• Realizar análise crítica sobre os casos vistos
• Ter conhecimento sobre as doenças que tiveram contato durante o Internato, como:
• Insuficiência Respiratória Aguda (IRA), principais causas em pediatria
• Síndrome da Angústia Respiratória Infantil (SARI)
• Ventilação Mecânica Pediátrica
• Monitorização do paciente pediátrico de alto risco
• Ventilação Não Invasiva em pediatria
• Doenças Neuromusculares e suas implicações em pediatria
• Pré e Pós – operatório em Fisioterapia intensiva pediátrica
• Técnicas Fisioterapêuticas em terapia intensiva pediátrica
• Equilíbrio ácido – básico
• Diferenças anatomo - fisiológicas entre crianças e adultos
• TCE e paciente politraumatizado em pediatria
• Cuidados e rotina em fisioterapia pediátrica
• Procedimento fisioterápico em urgência e emergência.

TÓPICOS PRÁTICOS E TEÓRICOS

Aumento do Fluxo Expiratório (AFE)
Expiração Lenta e Prolongada (ELPr)
Expiração Lenta Total de Glote Aberta em Infralateral ELTGOL /ELTGO
Exercícios a Fluxo Inspiratório Controlado (EDIC)


Desobstrução Rinofaríngea Retrógrada (DRR)
Instilação de soro fisiológico em vias aéreas
Gloso pulsão retrógrada (GPR)
Técnica da tosse provocada (TP)
Drenagem Autógena

Ciclo Ativo da Respiração
Técnica da Expiração Forçada (TEF)

Desobstrução das vias aéreas superiores
Padrões ventilatórios
Exames complementares
Estimulação diafragmática
Flutter VRP1 ® x Shaker ®
Respiron ® / inspirômetros de incentivo
Ventilômetro de Whrite
Manovacuômetro
Peak Flow ®
Drenagem postural
Posicionamento no leito do paciente pediátrico de alto risco;
Equilíbrio ácido – básico / gasometria
Ventilação mecânica pediátrica (básico)
Oximetria de pulso
Oxigenoterapia
Toxicidade O 2
Capnografia
Traqueostomia
Volumes e capacidades pulmonares
Mecânica respiratória
Regulação da respiração
Infecção das vias aéreas superiores (IVAS)
Bronquiolite
Insuficiência respiratória aguda (IRA)
Síndrome da angústia respiratória infantil (SARI)
Asma / síndromes asmatiformes
Pneumonia
Pneumatocele
Broncodisplasia pulmonar
Pré e Pós – operatórios
Atelectasia
Derrame Pleural
Pneumotórax / enfisema intersticial
Bronquiectasia
Fibrose Cística (Mucoviscidose)
Laringite
Intubação Orotraqueal (IOT)
Desmame ventilatório
Ventilação não – invasiva
Máscara de EPAP
RPPI

 
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